01.24 - Rua Don Joaquim de Oliveira

Início: Avenida João Paulo I | Término: Rua José Pereira da Silva, extensão 141 metros (Prolongamento projetado até a Avenida Brasil)

Rua Don Joaquim de Oliveira

Dom Joaquim de Oliveira

1. Nascido em: 04/12/1878

Cidade: Vila Nova de Gaia

Falecido em: 18/05/1967

2. Pai: Joaquim Domingues de Oliveira Belleza

Mãe: Joaquina da Silva Mota

3. Casado com: ...

Profissão: Bispo

4. Filhos:

5. Atividades Profissionais:

6. Atividades Políticas: Não Consta

7. Homenagens:

8. Justificativa: Veio ainda menino com sua família para o Brasil, para a cidade de São Paulo. Completou seus estudos primários em escolas públicas; o secundário fez no Liceu Coração de Jesus, onde teria despertada sua vocação religiosa. Fez os exames preparatórios na Faculdade de Direito de São Paulo e matriculou-se na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, mais para agradar ao pai. Mas, antes de iniciar o curso, matriculou-se no Seminário Episcopal de São Paulo em 1898. Em 21 de dezembro de 1901 foi ordenado sacerdote. No dia seguinte celebrou sua primeira missa na Capela da Beneficência Portuguesa. No ano seguinte à sua ordenação, foi nomeado professor do Seminário Diocesano e capelão da Capela de São João Batista. Em 8 de outubro de 1905, aconselhado pelo Arcebispo do Rio de Janeiro, foi à Roma para concluir seus estudos de Direito Canônico. Em Roma, o então Pe. Joaquim obteve o título de "Doctor sive Magister utriusque Iure", isso é, Doutor em Direito Canônico e Civil. Volta a São Paulo depois de 1907. Foi nomeado bispo em 2 de abril de 1914 e empossado em 7 de setembro do mesmo ano, para a então diocese de Florianópolis, elevada a Arquidiocese de Florianópolis em 17 de janeiro de 1927, tendo sido seu primeiro arcebispo. Presidiu a criação da Província Eclesiástica de SC, em 1927, com a criação das dioceses de Lages e Joinville, sendo Florianópolis elevada a Arquidiocese. Presidiu a criação das dioceses de Chapecó e Tubarão. Dom Joaquim criou o Seminário Menor Nossa Senhora de Lourdes, primeiro em Florianópolis e depois em Azambuja, em 1927. Criou também o Arquivo Histórico de Santa Catarina em 1949, a ASA - Ação Social Arquidiocesana em 1960 e a Biblioteca do Arcebispado. Foi pastor do rebanho 1914 a 1967. Encontrou um Estado catarinense rural e viu-o paulatinamente se industrializar. Entravam e saíam governantes, entravam e saíam Vigários, o povo crescia e mor¬ria, e Dom Joaquim continuava. Acolheu seminaristas que depois ordenou sacerdotes, bispos, viu-os envelhecendo, morrendo, e o Pastor continuava a “presidir com solicitude”, seu lema Episcopal. Foram 53 anos de ininterrupto pastoreio à frente da grei que conhecia como a mãe conhece os filhos. Deu-lhe o ensinamento, o caminho a seguir e, para sua surpresa, viu que caminhava adiante, fugindo das lições aprendidas. É que os tempos avançavam, a História não parava e, quem sabe, o Pastor não conseguira acompanhar as ovelhas nas novas estradas.

Comentários:

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie.

 

 

Realizado por

SDR Ituporanga
Secretária Municipal de Educação Ituporanga

Apoio

Participantes

Colégio Galileu
Seminário São Francisco de Assis
EEB Aleixo Dellagiustina
EEF Mont’ Alverne
EEB  Roberto Moritz
EEB Vereador Paulo França

CEF Pedro Júlio Muller

EEF Prof. João Carlos Thiesen

EEB Presidente Tancredo Neves

CEF Bernardina Farias de Mattos

EEB Tancredo Neves

Sobre

Nossa cidade possui inúmeras ruas e muitas delas os homenageados são totalmente desconhecidos do público, alguns não se sabendo o certo o porquê da homenagem. Esse trabalho poderá ser aproveitado como atividade de história, geografia, Língua Portuguesa, entre outras disciplinas e ao mesmo tempo o seu resultado poderá ser de grande importância, para as escolas como também para o histórico do Município.

Logo CompletaWeb